Scones de framboesa e chocolate para Diabéticos (serve 12)

Uma ideia saudável, adequada a diabéticos, para acompanhar o seu chá num delicioso lanche.

Ingredientes:

– 1 copo de farinha integral

– 1 copo de farinha branca

– 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio

– 1/3 copo de margarina de origem vegetal

– 1/4 copo de pepitas de chocolate

– 1/2 copo de framboesas frescas ou congeladas

– 1 copo e 2 colheres de sopa de iogurte natural

– 2 colheres de sopa de mel

– 1/2 colher de chá de açúcar

– 1/4 colher de chá de canela

Receita:

Misture as farinhas e o bicarbonato de sódio e adicione a margarina. Misture.

Adicione as framboesas e as pepitas de chocolate e envolva gentilmente.

Numa tigela à parte misture o iogurte e o mel.

Adicione esta mistura à mistura de 2. e misture até estar homogéneo.

Faça bolinhas da massa resultante (aproximadamente 12) e coloque num tabuleiro untado.

Salpique o açúcar e a canela por cima.

Leve ao forno durante 10-12 minutos a uma temperatura de 200ºC.

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Neste Natal, cuide de si, faça um rastreio !

A prevalência da diabetes na população portuguesa entre os 20 e os 79 anos é de 13,1%, o que significa que mais de 1 milhão de portugueses nesta faixa etária tem diabetes. Em 2014 a diabetes esteve na origem de 4% das mortes que ocorreram em Portugal.

A Diabetes Mellitus, usualmente conhecida como diabetes, é uma doença crónica caracterizada por um aumento dos níveis de açúcar (glicose) no sangue, o qual se dá pelo nome de hiperglicemia. A glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo e é obtida tanto pela alimentação como produzida pelo fígado. A quantidade de glicose dissolvida no sangue denomina-se por glicemia e é apresentada em mg/dL.

No processo de transformação da glicose em energia é necessária a intervenção de uma hormona produzida no pâncreas – a insulina. Porém, o organismo pode produzir insulina em quantidade insuficiente ou até ser resistente à sua ação: surge então a diabetes, que se caracteriza por valores elevados de açúcar no sangue (hiperglicemia).

São estes valores que é preciso conhecer: é fundamental para a prevenção e identificação precoce da doença, mas também para a controlar e avaliar o efeito da terapêutica quando a diabetes já foi diagnosticada.

E que valores são esses? A glicemia mede-se em miligramas por decilitro, sendo os valores normais entre 70 e 110 mg/dl em jejum e inferiores a 140 mg/dl duas horas após as refeições.

Venha ter connosco dia 17 Dezembro para realizar um rastreio gratuito da Diabetes:

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Rabinho do Bebé

8 dicas para prevenir o “dói-dói” na fralda do seu bebé!
O rabinho assado, o dói-dói na fralda ou a dermatite da fralda são termos diferentes, comummente usados para descrever o desconforto que por vezes o seu bebé pode sentir.

Embora este problema possa ser tratado, com a aplicação de produtos tópicos, recomendados médico ou farmacêutico, a prevenção é um passo essencial.

Mãos que cuidam

Para que a dermatite da fralda não cause mal-estar ao seu bebé nem evolua para uma situação mais grave, há gestos simples que ajudam a prevenir:

  • Mude as fraldas com regularidade e evite apertá-las em demasia;
  • Lave as mãos antes e depois de mudar a fralda, para que estas não sejam portadoras de bactérias ou fungos;
  • Na mudança da fralda limpe o bebé, na direção da zona genital para o rabinho e não ao contrário;
  • Dê banho, diariamente ao seu bebé e lave bem o rabinho do bebé com água tépida, cada vez que lhe muda a fralda;
  • Evite usar toalhetes ou outros produtos de limpeza que contenham álcool ou perfume;
  • Limpe a pele com suavidade, com a ajuda de uma toalha macia e com toques gentis. Preste particular atenção às pregas, já que é aí que tendem a concentrar-se a humidade e os vestígios de fezes ou urina;
  • Reforce a proteção com um creme ou pomada própria;
  • Deixe a pele do bebé respirar: quanto mais tempo sem fralda, melhor.

Pequeno Almoço – Sempre !

A refeição mais importante do dia torna-se ainda mais crucial, quando se trata de incutir hábitos saudáveis nos mais pequenos.

O pequeno-almoço proporciona ao organismo a energia e os nutrientes necessários para iniciar o dia, devendo corresponder a 20% da energia diária consumida. Quando incompleto, o pequeno-almoço pode ser responsável por menores níveis de atenção nas crianças e, consequentemente, resultar em insucesso escolar. Como tal, deve ser completo, equilibrado e variado, rico em hidratos de carbono de absorção lenta e em proteínas e pobre em gorduras. Por isso mesmo, laticínios, cereais integrais e fruta são os alimentos que não devem falhar ao pequeno-almoço.

As fontes de cereais como o pão, as tostas ou os cereais de pequeno-almoço devem ser, preferencialmente, de cor escura, por serem mais ricos em fibras, vitaminas e minerais. Pode optar por muesli ou cereais com pouco teor de açúcar, servidos com leite meio-gordo e fruta aos pedacinhos ou acompanhados de um copo de sumo natural. Os pais poderão optar pelo leite magro.

Procure evitar o copo de leite com chocolate ou café acompanhado do pão branco barrado com manteiga, assim como os cereais para crianças, geralmente muito ricos em açúcar.

O pequeno-almoço deve ser tomado na primeira meia-hora após acordar e, preferencialmente, em casa. Ao optar por fazer esta refeição em casa, além de incentivar o convívio familiar, está a contribuir para a economia da família.

Pela sua saúde e pela dos seus, opte por um pequeno-almoço em casa: saudável, económico e adaptado aos gostos e necessidades de cada elemento da família!

Antirretrovirais

Antirretrovirais? O que são?
Antirretrovirais? O que são?
O nome não ajuda de facto e, na realidade, estes medicamentos são dispensados aos utentes nos hospitais há anos.

Medicamentos antirretrovirais

– Combatem vírus, nomeadamente o conhecido vírus VIH.

– Reduzem a carga viral (nº de vírus por mL de sangue) evitando que a doença se declare e reduzindo o risco de transmissão.

– Não têm ação curativa, ou seja, não eliminam o vírus do organismo.

– Existem classes diferentes de medicamentos antirretrovirais que são usadas em associação para garantir um tratamento mais eficaz.

– A escolha da medicação é feita, única e exclusivamente, pelo médico especialista, de acordo com as características e a carga viral do doente.

– São comparticipados a 100%.

– Até à data a dispensa desta medicação era feita apenas em farmácia hospitalar obrigando por vezes os doentes a percorrer grandes distâncias o que contribuía, em alguns casos, para uma má adesão à terapêutica.

O projeto piloto para a dispensa desta medicação em farmácia comunitária, começou no início de dezembro de 2016 e prevê-se que possa abranger cerca de 760 doentes do Hospital Curry Cabral – Centro Hospitalar de Lisboa, sendo que a adesão dos doentes é voluntária. Em 2017 serão revelados os resultados esperando-se uma maior adesão à terapêutica por parte dos doentes e uma maior integração das farmácias nos Cuidados de Saúde Primários do país.

Como dar medicamentos ao seu cão?

Administrar medicamentos a um cão pode ser uma tarefa difícil: é preciso mantê-lo quieto para se administrar uma substância que lhe é estranha e, por vezes, até desagradável. No entanto, é uma tarefa possível: basta conhecer as técnicas adequadas a cada animal e a cada medicamento (comprimidos, gotas, líquidos).

Para administrar medicamentos é preciso ser-se suave, mas firme. Uma boa técnica também ajuda. Assim:

Comprimidos – com o cão sentado:

  1. Abra-lhe a boca, segurando-a por cima

  2. Introduza o medicamento o mais atrás possível, sobre a língua

  3. Segure na boca fechada e mantenha a cabeça do animal erguida, afagando a garganta para sentir se o comprimido foi engolido.

  4. Pode ainda optar por dar o comprimido escondido no meio de um alimento que o cão goste, como por exemplo um pedaço de fiambre.

Líquidos – como cão sentado:

  1. Introduza a seringa (de plástico) no canto da boca, entre os dentes: é assim que se dá medicamentos líquidos, como o xarope, mas também comprimidos que possam ser diluídos em água.

Gotas nos ouvidos – com a aba da orelha para trás:

  1. Insira o conta-gotas no ouvido, na direção do focinho;

  2. Sem deixar que o cão abane a cabeça, retire-o e volte a baixar a aba da orelha;

  3. Com a palma da mão, massaje a base da orelha.

Gotas nos olhos

  1. Limpe a área em redor dos olhos;

  2. Segure o cão e mantenha o olho aberto;

  3. Aproximando a mão que segura o medicamento por trás, deite as gotas e deixe que o olho seja banhado pelo medicamento.

No final, o cão deve ser elogiado e recompensado: é importante dar um reforço positivo depois de ações que o incomodam.

Doente, mas confortável

Um animal doente precisa de cuidados de saúde e também de conforto: mantenha-o num local quente e seco, com a zona de higiene próxima. E dê-lhe carinho, para atenuar os incómodos da doença e do tratamento.

SABIA QUE…

  • Não deve chamar o cão para lhe dar os medicamentos: ele pode ficar receoso, associando o nome a um momento desagradável. Vá antes ter com ele.

Banho do Cão

A higiene do seu animal começa pelo banho. A frequência depende da espécie, sendo que a maioria dos cães precisa apenas de 2 a 3 banhos por ano. Não devem ser demasiado frequentes, pois enfraquecem o pelo e retiram a camada isolante e protetora da pele.

Antes de dar ao banho ao seu cão, aproveite para escovar o pelo do animal, removendo assim parte da sujidade. Prossiga então para o banho em si, seguindo algumas destas dicas:

  • Se o seu cachorro é pequeno utilize o lavatório ou uma banheira pequena de plástico para o banho: à medida que o animal cresce vá adaptando as condições, utilize banheiras, duches ou mesmo o exterior para dar banho a cães maiores.

  • Comece por molhar completamente o pelo do animal, com água morna, tendo o cuidado de evitar molhar os olhos.

  • Existe uma grande variedade de produtos de higiene para os cães, que poderão ser selecionados de acordo com a raça e o tipo de pelagem. Por exemplo, champôs para cães de pelo curto, pelo comprido, amaciadores, etc.

  • Leia sempre as instruções dos produtos que vai utilizar: alguns champôs precisam de ser diluídos.

  • Estão igualmente disponíveis águas de colónia, toalhitas higiénicas, pentes, escovas, corta-unhas e outros acessórios complementares de higiene.

Após o banho, é altura de uma boa escovagem que mantém o pelo limpo, sem sujidade e favorece a regeneração do pelo. Aqui ficam alguns cuidados a ter:

  • Escovar com acessórios próprios e mais frequentemente na época de muda do pelo;

  • As raças de pelo longo precisam de escovagens mais frequentes, se possível diárias: nestes animais é importante desembaraçar o pelo com uma cardadeira e nunca cortar os nós com uma tesoura.

  • As raças de pelo curto, embora menos frequentemente, também precisam de escovagens regulares. Deve começar-se por utilizar uma escova de pinos para remover o pelo mais espesso e os nós e terminar com uma escova de cerdas que remove a sujidade.

  • Certos animais devem ser tosquiados em determinadas épocas do ano.

Mãos

Dar as mãos ao inverno: 4 Conselhos
Especialmente vulneráveis às agressões causadas pelo frio, as mãos exigem, nesta altura do ano, uma atenção redobrada.

Reconcilie o bem-estar e o aspeto bem tratado das suas mãos com a estação fria graças a alguns cuidados essenciais de que não deve prescindir:

❶ Evite a exposição excessiva ao frio e ao vento: utilize luvas;

❷ Lave as mãos com água tépida, em vez de água quente que seca mais a pele;

❸ Sem deixar de cumprir as regras de boa higiene, evite lavar excessivamente as mãos. Quando o fizer, use um sabonete com pH neutro e composição suave;

❹ Aplique regularmente creme ou loção hidratante e emoliente, especificamente para as mãos, de acordo com o seu tipo de pele;

Queda de Cabelo

Queda de cabelo? E agora? 10 conselhos !
A queda de cabelo é, normalmente, um processo natural. Todos os dias perdemos entre 50 a 100 cabelos por dia, mas, uma vez que temos sempre cabelos em fase de crescimento, repouso e queda, não é razão de alarme.

Apenas quando perceciona que tem uma queda acentuada é que pode estar na presença de um quadro de alopecia. Nesta situação existem mais cabelos na fase de queda do em crescimento, pondo em causa a renovação capilar. Mas não se assuste, não é habitualmente uma situação irremediável.

Poderá encontrar, na sua Farmácia, medicamentos e produtos de saúde especialmente vocacionados para combater a queda de cabelo, ao atuarem sobre o couro cabeludo, agindo em algumas das causas de queda de cabelo e estimulando a circulação sanguínea e, por conseguinte, o crescimento do cabelo. O seu farmacêutico pode ajudá-lo a avaliar o seu caso e escolher a melhor solução para si.

Mas além desses produtos, adote alguns hábitos que o podem ajudar a diminuir o problema:

❶  Escove o cabelo antes da lavagem, de preferência com uma escovas de cerdas naturais e suaves e não o escove excessivamente.

❷  Lave o cabelo com água morna, evitando grandes variações de temperatura.

❸  Antes de secar o cabelo, retire o excesso de água com uma toalha, sem friccionar demasiado.

❹  Mantenha o secador a uma distância de cerca de 15 cm e a uma temperatura média.

❺  Evite manter o cabelo preso durante muito tempo com adornos, como ganchos e molas, que o agridam.

❻  Proteja o cabelo de agressões externas como o vento e a exposição solar em demasia: recorra para este último caso a protetores solares específicos para o cabelo.

❼  Modere o recurso a tintas, permanentes e alisamentos.

❽  Escolha produtos para a higiene e cuidado regular, adequados ao seu tipo de cabelo.

❾  Faça uma dieta equilibrada, rica em água, em frutas e legumes.

❿  Consulte um dermatologista se notar alterações no couro cabeludo.